Novos Rumos do Brasil: visão de um jovem recém-formado sobre os rumos do país

Victor Mendonça

Hoje eu vou falar de um tema sobre o qual muita gente me pergunta.  O verdadeiro caminho do meio não está em ficar em cima do muro, está em pegar o que há de melhor aqui, o que há de melhor ali, e transformar isso no melhor dos dois.

Eu saio da faculdade num momento delicado para o Brasil, com crise econômica, mas estou certo de que já procuro fazer um trabalho que faça a diferença na sociedade. E que independentemente dos rumos que o novo governo tome, eu possa fazer um bom trabalho, que é o que sustenta a gente, sempre. Quero buscar o melhor que possa fazer.

O Brasil vive um período em que várias feridas, dívidas e questões históricas estão sendo discutidas, questões mal resolvidas ao longo da história, mas o que eu queria falar nesse momento é que vou tentar compreender diversos setores da sociedade como jornalista (e o meio jornalístico é muito diversificado, como outros setores também). Em meio a essa cultura de polarização, essa cultura de ódio, a gente acaba baixando nosso estado de vida porque o do outro não está tão elevado assim, e eu quero manter a cultura de paz. Quero sempre dialogar com quem pensa diferente de mim, e com quem pensa igual quero mostrar que a pessoa não está sozinha. Quero aprender com o outro.

Quero fazer um trabalho que propague os ideais humanistas nos quais acredito, e é num Brasil de Paz, Cultura e Educação que eu e minha mãe acreditamos. É nesse tripé que a gente se baseia, e é isso que está buscando fazer com o nosso trabalho, é isso que vou fazer futuramente.  Onde estiver ódio e desavenças, seja de um lado ou do outro, eu vou com paz, humanismo e diálogo pacífico. E também venho, desde agora, saindo da faculdade, com a visão de crescer como pessoa, profissional e empreender. O mestrado em semiótica, por exemplo, já é uma certeza para 2019.